domingo

É melhor prevenir do que remediar, não é ?






Falamos sobre isto em vários momentos aqui neste blog.

Yemanjá, senhora dos seios fartos, venha nos valer !






Divulgamos dados oficiais do Ministério da Saúde, relatos de Terreiros e Ylês sobre a prevenção das Dsts Aids e mais, nosso Projeto está ligado à Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde, isto deu prá perceber?


Mas queremos de novo, falar sobre a Prevenção do Câncer de Mama !


E com este relato incentivar a auto-prevenção, o exame do seu corpo, do seu seio, afinal, este orgão de prazer, de nutrição e de vida pertence a Yemanjá !


Pois é !
Vamos repetir: - os seios pertencem a Yemanjá, Yara, Janaína, Dandalunda, respeitando cada tradição e cada lado.


Então leia aqui:


" Com a proteção de Iemanjá o auto-exame de mamas é um toque de saúde "


Entre os mitos e lendas que constituem o imaginário da tradição do terreiro, Iemanjá está relacionada ao princípio feminino da criação dos seres humanos na Terra.
Está também relacionada à capacidade de cuidar, de ensinar aos homens e mulheres a importância da solidariedade.
Enquanto entidade ligada às águas alguns mitos a mostram como Mãe de Seios fartos que nutre os filhos.


Conta então Mãe Beata, yalorixá do Ilê Omi Ojuarô e uma das mais eméritas filhas deste Orixá, ela é do Rio de Janeiro, que: " Iemanjá tinha muito leite, tinha seios muito fartos e por conta disso amamentou Exu, Ogum, Oxossi, Xangô até bem tarde. Queria ela que seus filhos fossem saudáveis e tivessem saúde. Seu leite era sua força que queria transmitir para seus filhos".


Então, todo cuidado com seus seios é importante!


Eles são sensíveis, tem relação direta com o prazer, a nutrição, a beleza, a sensualidade e a sexualidade.


Por isso, devemos ter cuidados especiais com eles, faça o auto-exame na frente do espelho, faça o toque!


Mais
uma dica: O exame de mamas faz parte da consulta ginecológica e é uma das coisas que seu o/a médico não pode deixar de fazer!

Fonte: Atagbá: Guia para a Promoção da Saúde nos Terreiros, Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde, RJ, 2005.

" Somos a Memória que não se Cala "

Axé

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